O avanço das usinas solares no Brasil tem aumentado a necessidade de monitoramento climático preciso para garantir eficiência e previsibilidade na geração de energia. Sensores meteorológicos permitem identificar perdas operacionais, melhorar indicadores como o Performance Ratio e apoiar decisões estratégicas, tornando-se essenciais para a gestão técnica e financeira dos projetos fotovoltaicos.
O avanço da geração solar no Brasil tem ampliado a demanda por dados técnicos mais precisos para análise de desempenho e viabilidade econômica dos projetos. Segundo dados da Agência Internacional de Energia (IEA), a expansão global da energia solar exige sistemas cada vez mais robustos de monitoramento para garantir previsibilidade e eficiência na geração.
À medida que as usinas solares ampliam sua escala de operação e passam a atuar em ambientes mais complexos, cresce também a necessidade de monitoramento climático preciso para identificar perdas operacionais, otimizar a geração e apoiar decisões estratégicas.
Nesse contexto, sistemas de monitoramento climático e sensores meteorológicos têm sido adotados por operadores, investidores e EPCistas como parte das estratégias de acompanhamento de desempenho. De acordo com práticas recomendadas pela norma internacional IEC 61724, o monitoramento de variáveis como irradiância solar, temperatura, velocidade do vento e acúmulo de sujeira sobre os módulos é considerado fundamental para avaliação da performance de usinas fotovoltaicas.
De acordo com Levi Funi, gerente de vendas da RoMiotto Indústria e Comércio de Instrumentos de Medição, a qualidade das medições ambientais é determinante para uma análise precisa da performance das usinas.
Fonte: INFRA